...que o País está pendurado em decisões de um grupo de 12 pessoas, tomadas em reuniões maratona, estilo vésperas de exames, que uma dessas pessoas é Miguel Relvas, que os parâmetros das decisões são dados por alguém que ainda não acertou numa, no que diz respeito à economia e às finanças, e que os dois principais chefes de grupo pouco ou nada se falam..., tem de pensar que as outras instituições da democracia, entre elas o Parlamento e a Presidência, precisam de assumir um qualquer papel extraordinário. É que bom senso seguramente não virá de tudo aquilo. Eu, pelo menos, estou muito pessimista.



