Não só são desncessários, os brutais impostos que aí vêm, como vão piorar as coisas. Como? Veja-se o que aconteceu com as "certezas" de há um ano. E há alternativa? Sim, fácil, com uma meta de défice realista. E porque é que uma coisa tão simples não é seguida? Porque o Ministério das Finanças está sem política, só tem finanças, e o Primeiro-Ministro não faz ideia do que anda a fazer. Ou faz, mas nada tem a ver com a economia portuguesa, o que é ainda mais grave.



