O "Público" gasta hoje duas páginas com um livro que acha que usar cábulas é bom nos cursos superioes e porventura em outros. Ora, nos casos que conheço de boas faculdades, o espaço para cábulas é mínimo, se não nulo, pois os alunos fazem exames bem separados e em salas bem vigiadas. E isso é fundamental. Das cábulas ao plágio e aos casos como o do Dr. Relvas vão passos pouco recomendáveis. Não percebo como um jornal sempre tão crítico não lembra isso.



