Este ("Público", 8/9/2012). A conta certa, a simetria, o génio de conseguir um corte de 7% por ano, correspondente a um subsídio, os 18% iguais, para trabalhadores e empresas, a cajadada "inspirada" que mata vários coelhos. É tão fácil perceber o pensamento do economista por trás destes números: alguém que trabalha para o "relatório", o "objectivo", o "desígnio", o “mentor”. Que isto apareça numa reunião como uma ideia, uma base de uma discussão, vinda de um funcionário, ainda vai que não vai. Mas, que apareça como uma política amadurecida de um governo de um país democrático, é assustador.



