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Os episódios do último 1º de Maio mostraram que ainda há uma "direita" liberal, sem descontos nem promoções. E há mais disto do que às vezes se possa pensar: nos católicos sulistas, por exemplo, ou naqueles conservadores liberais nortenhos com raízes nos tempos do Sr. D. Pedro (passe-se esta sociologia política de trazer por casa). O país ganhava em dar-lhes mais atenção. Ouçamo-los mais.



