... que ela cura-se sozinha. As crises são problemas não são momentos revolucionários. Chega de revoluções, como lhes chama a esquerda, de desafios nacionais, como lhes chama a direita. Apesar da crise, estamos mais ricos - do que há 20 anos atrás. Se alguns há que não estão, ajudem-nos mas para isso não é preciso nem revoluções nem desígnios nacionais a cumprir com espítrito de missão. Deixem a crise em paz, que ela agora, com os remédios que lhe estão a ser ministrado, se vai curar sozinha.



